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18 de setembro de 2013

Emater garante acesso de extrativistas em Gurupá ao crédito rural

Quarenta famílias extrativistas de cinco comunidades de Gurupá, no Arquipélago do Marajó, já começaram a receber os recursos que vão alavancar a produção de açaí das famílias. Por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), cada família tem direito a R$ 12 mil. Os projetos técnicos que garantiram acesso ao crédito têm a assinatura da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater).
 
Os recursos serão empregados no manejo do açaizal, incluindo desbaste e a colheita do principal produto da economia do município. Toda a produção do açaí nas comunidades é orgânica.
 
A expectativa da Emater é que com os investimentos, dentro de dois ou três anos, a produtividade dos açaizais aumente entre 30% e 50%. “Temos realizado atividades técnicas que têm ajudado no aumento da produtividade, além do acompanhamento técnico", disse Ted Quemel, técnico da Emater.
 
Hoje cada família ganha em torno de R$ 25 mil por ano com a produção do açaí. A produção do fruto no município está em torno de mil latas por ano. Os maiores mercados do açaí de Gurupá são a grande Belém e o Estado do Amapá.
(Da redação)
 

17 de maio de 2013

Governo do Estado vai investir R$ 24 milhões em 36 novos abatedouros


A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) tem como prioridade acabar com o abate clandestino de carne no Pará, meta que deve ser alcançada com a decisão do governo estadual de construir 36 novos abatedouros em diversas cidades, até o fim de 2014. O investimento é estimado em cerca de R$ 24 milhões.
Para garantir a implantação desses matadouros de baixo custo para os municípios, com capacidade de abate de 20 a 50 cabeças diárias, Adepará está orientando as prefeituras a garantir a implantação do Serviço de Inspeção Municipal (SIM), que passa pela criação e aprovação da lei municipal de inspeção.
Cada obra tem uma duração que varia entre oito e dez meses, mas a escolha do local e o início das obras ainda dependem de uma estratégia governamental e da condição orçamentária do Estado. Segundo o diretor da Adepará, Mário Moreira, é preciso cumprir as regras e os critérios sanitários da legislação vigente. “Assim vamos garantir a qualidade sanitária do produto”, ressalta.
Até o fim de maio, o Pará estará com a certificação nacional de livre de febre aftosa, e até maio de 2014, a Adepará se empenhará para garantir a certificação internacional de livre de aftosa. Antes, porém, o Estado passará pelas auditorias internacionais. “Vamos ganhar mercado e ampliar as fronteiras. O produtor de Estado livre pode se credenciar para vender o animal em qualquer lugar do Brasil e do mundo. O abate clandestino continuará sendo combatido”, reforça Mário Moreira.