O Corpo de Bombeiros localizou, por volta das 18 horas desta terça-feira (02), o corpo de um dos possíveis tripulantes da embarcação 'Marinheiro de Vigia', que naufragou na quarta-feira (27/01), próximo ao Cabo Maguari, no Marajó.
Segundo informou o Corpo de Bombeiros, o corpo foi localizado em uma praia em Soure, no Marajó. Ele está sendo levado em uma embarcação, para o município de Vigia, no nordeste paraense, de onde os tripulantes eram originários. O Centro de Perícias Renato Chaves já foi acionado e encaminhou uma equipe do Instituto Médico Legal de Castanhal, para trabalhar na identificação da vítima.
O barco pesqueiro foi localizado no domingo (31/01) pelo Comando do 4º Distrito Naval. A embarcação transportava seis tripulantes para Vigia. Um deles, que ficou quatro dias à deriva flutuando em uma boia, conseguiu chegar a costa, mas morreu em seguida. Hoje foi localizado o corpo de outro pescador. As buscas continuam para tentar localizar os outros quatro.
A Marinha pede o apoio da população para denunciar qualquer situação que possa afetar a segurança da navegação pelos telefones: 0800-280-7200 ou (91) 99114-9187 (Whatsapp).
Naufrágio- A embarcação pesqueira 'Marinheiro de Vigia', que transportava seis tripulantes entre a Ilha do Marajó e Vigia, naufragou por volta das 5 da manhã do dia 27 de janeiro, próximo ao Cabo Maguari, no Marajó. Após buscas realizadas pela Marinha, o barco foi encontrado no domingo (31). Um dos tripulantes conseguiu sobreviver ficando a deriva em uma boia de rede de pesca. Antônio Carlos Lopes Ferreira chegou a ser resgatado, trazido a Belém, mas faleceu no domingo (31). Outros cinco tripulantes estavam desparecidos, sendo que um deles foi encontrado nesta terça (02).
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3 de fevereiro de 2016
18 de agosto de 2015
MUSEU EMÍLIO GOELDI: CARTA AO POVO GURUPAENSE
"À população da cidade de Gurupá (PA),
O Museu Paraense Emílio Goeldi, consternado com a trágica perda de vida do jovem João Paulo Lima da Silva, 14 anos de idade, e com a violência que eclodiu na cidade, manifesta sua solidariedade às famílias e a toda comunidade atingida por este episódio.
O Museu Goeldi está no município desde 2013 realizando estudos arqueológicos e ações de educação patrimonial sempre em colaboração com a população e os gestores locais. No mês de julho, a equipe de pesquisa esteve concentrada na Reserva Ambiental do Jacupi, que revelou grande potencial histórico. Em agosto, estava prevista mais uma etapa de ação educativa nas escolas e continuidade das escavações no Forte Santo Antônio de Gurupá, que é de grande interesse para turismo e economia municipal.
Os sítios arqueológicos de Gurupá são importantes porque revelam uma história milenar de presença indígena e de intensos contatos interculturais, com legados de holandeses, portugueses, quilombolas e judeus.
Pedimos a todos que protejam e não permitam a destruição da Reserva Ambiental do Jacupi, um patrimônio ecológico e cultural da população de Gurupá e de todos os brasileiros.
Museu Paraense Emílio Goeldi"
14 de outubro de 2013
Marinha confirma nove mortos em naufrágio no Amapá
Mais uma pessoa foi encontrada morta hoje (13) na orla de Macapá, no Amapá, vítima do naufrágio de uma embarcação que integrou a procissão fluvial do Círio de Nazaré na manhã de sábado (12). Pelo levantamento da Marinha, que coordena os trabalhos de busca e resgate, o número de mortos chegou a nove.
A equipe da Capitania dos Portos permanecerá no local até que todos os indícios de mais vítimas estejam descartados. De acordo com a assessoria da corporação, algumas pessoas continuam procurando por parentes e amigos desaparecidos. Geralmente, esse tipo de trabalho dura três dias.
A embarcação Capitão Reis 1 naufragou por volta das 11h, nas proximidades do Igarapé das Pedrinhas, no Amapá, quando retornava à cidade de Santana, a cerca de 20 quilômetros de Macapá, depois de fazer o percurso da procissão fluvial do Círio de Nazaré.
O barco foi vistoriado pela capitania antes de partir para o evento e foram confirmadas as condições regulares, documentação e número máximo de pessoas a bordo: três tripulantes e 40 passageiros.
28 de março de 2013
Desabamento de um porto particular deixa seis desaparecidos no Amapá
Empresa dona da área
diz que desabamento foi causado por onda gigante.
O desabamento arrastou caminhões e guindastes para o
rio Amazonas.
O acidente aconteceu por volta de uma hora da madrugada. A área portuária da empresa Anglo Ferrous, onde é feito o embarque de minério para os navios, desabou. Caminhões, guindastes e outros equipamentos caíram no rio Amazonas. A mineradora diz que o desabamento foi provocado por uma onda gigante. “Ocorreu uma onda que bateu em toda a orla. Essa mesma onda atingiu a margem e aí ocorreu o desmoronamento”, conta Paulo Oliveira, assessor de comunicações da Anglo Ferrous.
Algumas testemunhas dizem que na verdade foi o desabamento do porto que provocou a onda, que afundou várias embarcações que estavam ancoradas na área. “O navio tava ancorado aí, foi uns 5 minutos só, foi o tempo de destruir essa parte aí. Navios foram para o fundo. Foi muito rápido”, diz Denilson Silva, vigilante.
O porto que fica no município de Santana, a 20 quilômetros de Macapá exporta ferro e manganês para vários países, principalmente Estados Unidos e China.
Seis pessoas estão desaparecidas. Três trabalhadores da mineradora e três de uma empresa terceirizada. A capitania dos portos e os bombeiros fazem as buscas e isolaram a área, porque existe risco de desabamento.
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