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29 de janeiro de 2012

Francisco Melo Palheta, deixa descendentes em Gurupá-PA

Família Palheta em Gurupá: 
Pesquisando documentos históricos, relatos em livros,  podemos nos aproximar da mais provável linha de origem da família Palheta no município de Gurupá. Tudo começou em meados do século XVI, quando em suas várias incursões pelos rios da Amazônia, patrulhando as regiões de Gurupá-PA, Macapá-AP, chegando até Caiena, o Capitão Mor Francisco de Melo Palheta, aportou por enumeras vezes onde hoje situa-se a cidade de Gurupá, levando-se em conta, a localização geográfica, considerado importante ponto estratégico de defesa contra invasores que subiam o rio Amazonas, principalmente com a utilização do Forte Santo Antonio, antes chamado de Forte Mariocay. Hoje possui uma forte linhagem de Francisco Palheta em Gurupá, com muitos descendentes nascidos no rio Baquiá, localidade intermediária da rota de navegação que leva até o estado do Amapá, onde fica a região frontereiça com a Guiana Francesa.

Quem foi Francisco de Melo Palheta?
Militar, capitão-tenente da guarda-costa e desbravador brasileiro nascido Vigia, Província do Grão Pará, conhecido por trazer o café para o Brasil. Funcionário brasileiro a serviço de Portugal, ocupou o cargo de Sargento-mor no Pará. Comandou uma expedição ao rio Madeira (1722) e alcançou a foz do Mamoré e seguiu seu curso até atingir a aldeia de Santa Cruz de Cajajuvas, sede de uma missão jesuítica no Peru. 

Tela pintada por Francisco Palheta recebendo as sementes de café
Fatos Históricos:
Em 1728, o Sargento-mor da força provincial do Grão-Pará, Francisco de Melo Palheta, tinha uma dupla missão para desempenhar na Guiana Francesa: atestar a manutenção de um marco territorial na fronteira da província com o território francês e trazer para o Brasil sementes do café. A primeira etapa da missão era oficial, está documentada, mas a segunda não. 

Francisco Palheta prosseguiu viagem até Caiena, na Guiana Francesa, onde recebeu clandestinamente da esposa do governador francês Claude d'Orvilliers, um punhado de sementes de café, cuja exportação era proibida pela França, e mais cinco mudas. Segundo alguns relatos, despertar a paixão da mulher do governador de Caiena, foi o meio que o militar teria usado para obter o fruto.


Francisco Palheta, Pioneiro do café no Brasil

Trouxe-os para o Brasil e fez a primeira plantação em suas terras, no município da Vigia, Pará, onde chegou a possuir mais de mil pés. O cultivo do café havia sido introduzido na Guiana Holandesa ( 1714) e na Jamaica (1718), expandido-se, a partir de então, pelas regiões tropicais da América do Sul. Conta-se que começaram a chegar a Portugal pequenas partidas de café do norte do Brasil (1731) e que três anos depois (1734) entravam no porto de Lisboa três mil arrobas remetidas pela Companhia Geral do Maranhão e Grão-Pará, numa época em que ainda era pequeno o consumo do café em Portugal.
Nau portuguesa do século XVI
A serviço de Portugal esteve (1722) explorando o Rio Madeira, que era originalmente conhecido por Caiari, sendo seu relato de viagem publicado por Capistrano de Abreu (1884). Segundo historiadores ele pode ser considerado um dos grandes bandeirantes da Amazônia, ajudando a incorporar a coroa e, conseqüentemente ao Brasil, uma grande extensão territorial amazônica, ainda virgem e não colonizada. Como a do seu nascimento, a data de sua morte é estimada.
Retrato de Francisco de Melo Palheta
Bilhete de Loteria Federal


                    

10 comentários:

José María Souza Costa disse...

Admiravel, o seu blogue, amigo
CONVITE

Primeiro, eu vim ler o seu blogue.
Agora, estou lhe convidando a visitar o meu, e se possivel seguirmos juntos por eles. O meu blogue, é muito simples. Mas, é leve, dinamico e sobretudo Independente. Palpitamos sobre quase tudo. Diversificamos as idéias. Mas, o que vale mesmo, é a Amizade que fizermos.
Estarei grato, esperando VOCÊ, lá.
Abraços do
http://josemariacostaescreveu.blogspot.com

Jose Roberto Ramos Da Silva Filho disse...

minha familia palheta e originaria de vigia .descedente de francisco melo palheta

Anônimo disse...

Gostei do seu blog. Só um reparo respeitante ao 1º retrato atribuído aqui a Francisco de Mello Palheta. Que é, na realidade, o de Francisco de Mello, nobre português do século XVII ao serviço de Felipe IV de Espanha. Foi capitão-general da Flandres e vice-rei da Sicília. Pelos seus préstimos, foi feito conde de Assumar e marquês de Villanueva. Desconheço se teria laços familiares com o introdutor dos cafezeiros no Brasil. Cumprimentos.

jorginho palheta disse...

fale cara, sou da família Palheta também!

Unknown disse...

Sou Palheta de Manaus, Amazonas

Unknown disse...

Sou Palheta de Manaus, Amazonas

Exclusivo Curso de Robotica disse...

Thiago Palheta leal meu nome
Moro em Macapá
Minha família palheta também e de vigia.

EspartanoGaming Br disse...

Sou palheta de Belém pa

Caysson disse...

Sou Carlos Palheta, origem de Breves-Pa, atualmente moro em Parauapebas-Pa, vamos criar um só de Palhetas.

Ana Paula B.Palheta disse...

Sempre quis saber o porque do meu sobrenome palheta,sendo meu pai do ceara que cujos meus avos ja contavam sobre essas historias das origens.meu pai que conheceu minha mãe da familia de caldeira originarios vindo de portugal e Italia.